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A missão de levar a mensagem cristã aos jovens



Nossa Confissão de Fé é clara: “Cremos na salvação eterna somente pela graça de Deus mediante a fé no sacrifício expiatório de Nosso Senhor Jesus Cristo(...)”. E devemos anunciar isso a todos os homens de modo que eles entendam. Essa é nossa missão como Cristão Evangélico.
Mesmo que a gente discorde veementemente, de que a “verdade é relativa”, infelizmente, o Mundo hoje considera que essa afirmação é uma verdade absoluta. Isso traz algumas consequências, especialmente no âmbito do significado das palavras, logo no modo que as pessoas entendem a mensagem do Evangelho e na maioria da vezes nossas palavras não têm significado para aqueles que as ouvem, e assim não conseguimos anunciar mensagem alguma.
Para resolver isso, alguns entenderam que para pregar aos jovens deveriam usar giras durante os sermões, músicas com ritmos mais contemporâneos e brincadeiras atuais. Contudo, a mudança que o pós-modernismo trouxe a esta nova geração é muito mais profunda que o simples uso de palavras e expressões novas, mas o modo com as pessoas e entendem o código também foi mudado, existe um chamado “relativismo semântico”. As palavras passaram a ter diferentes significados, pois o homem “não é uma tabua rasa”, a interpretação dos termos vai ser relativa ao contexto e experiência do indivíduo. E ainda que usemos as mesmas palavras que os jovens da nossa geração, cada um deles interpreta o código de uma forma peculiar, podendo não interpretar a mensagem original com ela foi emitida. Por exemplo: se você pergunta para um rapaz se ele “ficou” com uma moça: Esse “ficar” pode ter o significado de “permanecer na presença”, “beijar” ou até mesmo ter “relações sexuais”. Ou se eu digo, que o “amor vence”. Um cristão, que sabe que Deus é amor, diria que é verdade e um homossexual que pensa que todas as formas de “amor” são validas também concordaria comigo.
Esse relativismo no significado das palavras é negligenciado por muitos que tentam ser “descolados” para atrair os jovens para suas programações. E de forma muito ingênua acreditam que estão comunicando uma mensagem contextualizado porque falam “zap-zap” e “mano” em seus sermões. No entanto o que é ensinado nem sempre é aprendido pelo povo que ouve, pois suas bases epistemológicas são diferentes.
Diante dessa barreiras na comunicação, especialmente com o jovens, somente a exposição clara do texto bíblico pode nos fazer comunicar com os jovens a verdadeira Mensagem. E exposição não são histórias e nem muitas piadas e sim ler um texto e explicar exatamente o que está escrito. Ao se pregar para os jovens devemos dizer muito claramente que “culpa” não é um meramente “se sentir mal”, mas a condição que nos tornou totalmente merecedores da ira de Deus por causa dos nossos pecados voluntários. Além disso as ditas “linguagens poéticas” com significados subjetivos de alguns cânticos congregacionais também devem ser evitadas. Se cada um interpreta as palavras ao seu próprio modo, é preciso ter certeza que as letras das músicas só podem se referir ao Deus bíblico da tradição Judaico cristã, não uma entidade qualquer projetada pela mentes dos ouvintes.
É claro que acreditamos que existe uma verdade absoluta pois Jesus é a Verdade. Mesmo assim, o povo que desejamos que se converta, pensa de modo diferente. Não podemos negligenciar a visão de mundo dos que estão perdidos, ou nossas mensagens serão semelhante a elegante “roupa do rei” do conto, linda, mas somente os inteligentes poderão ver (ou só quem pensa igual poderá entender).
Pregar a Palavra fielmente é muito mais difícil, pois expor um texto envolve muito mais tempo de estudos de que um sermão cheio de piadas. Mas Deus, que conhece todos os tempos, inspirou Paulo a escrever como deveria ter nos sermões para que os jovens do Século XXI entendam: “Prega a Palavra, insta, quer seja oportuno quer não” 2 Tm 4:2.

Descobrir as origens da Igreja Cristã Evangélica do Brasil (ICEB) é como descobrir a fonte de um rio. Em geral, muitas fontes contribuem na formação de um rio, cada uma fornecendo a sua quota de água. O mesmo se deu com o início da ICEB.

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