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Em luta, mas sem amargura


Porém ela lhes dizia: Não me chameis Noemi; chamai-me Mara;
porque grande amargura me tem dado o Todo-Poderoso.
Cheia parti, porém vazia o Senhor me fez tornar.
Rute 1.19-22

Longe de mim condenar Noemi por sua postura de se achar a mais
infeliz de todas as mulheres. Afinal de contas, perder esposo e filhos
acarretou não apenas uma grande dor pela perda em si, mas também
a tornou uma mulher desamparada, largada à própria sorte, sem
amparo ou auxílio algum. É compreensível uma mulher nessa situação
se tornar amarga. O que esperar da vida numa situação dessas? Onde
estava Deus nessa hora? Várias perguntas desse tipo, para as quais não
temos as respostas, nos fazem secar, amargurar, perder toda esperança.
O que Noemi não pôde ver nessa situação, e que também acontece
conosco, é que, quando estamos em dias de tempestade, geralmente
não vemos o cuidado de Deus em todo instante. Apesar de estar se
sentindo desamparada, abandonada, Deus havia providenciado uma
nora que a amava, mesmo sendo Noemi uma mulher amarga. Rute
largou sua vida, seu povo para cuidar da sogra e, por meio dela, a
vida de Noemi, essa mulher sofrida, foi transformada pelo contínuo e
sempre presente auxílio do Senhor. Não seja amargo/a! Mesmo que
a vida lhe pregue peças ou cause dor, tenha os olhos abertos para
perceber as “Rutes” que Deus coloca em seu caminho. Deus nunca
desempara e sempre providencia meios de manifestar Seu amor e
auxílio. Na verdade, sempre há uma Rute ao nosso lado; geralmente
não percebemos, mas creia, pois há!


Descobrir as origens da Igreja Cristã Evangélica do Brasil (ICEB) é como descobrir a fonte de um rio. Em geral, muitas fontes contribuem na formação de um rio, cada uma fornecendo a sua quota de água. O mesmo se deu com o início da ICEB.

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