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A porta


Sobe para aqui, e te mostrarei
o que deve acontecer depois destas coisas.
Apocalipse 4.1


A partir do capítulo quatro e até o capítulo dez de Apocalipse, a visão
de João muda de foco. Ele passa da terra para o céu. Da mesma
maneira como o Senhor revelou nos capítulos anteriores (2-3) a real
condição de Suas igrejas, como também a posição de Jesus em relação
a elas, assim também, a partir do capítulo quatro, Ele abre o céu para
que Suas igrejas contemplem o lugar que elas ocuparão. Antes vimos
a revelação das “coisas que eram e das que são”; e em seguida “as
coisas que devem acontecer”. Porém, tanto nos capítulos anteriores
como nos seguintes, fica claro que Cristo foi e sempre será o Senhor
Soberano, merecedor de toda honra e glória. João inicia dizendo:
“Depois destas coisas, olhei e vi uma porta aberta no céu”. Aqui já
se percebe que a visão está numa etapa diferente da anterior. João
passa do passado e do presente para o futuro. A porta que se abre
representa o próprio Cristo. Ele não apenas libera os acontecimentos
futuros, mas também o entendimento que a igreja deve ter sobre Ele.
No Apocalipse temos as três portas mais importantes da vida: A porta
da oportunidade, em que Cristo diz à igreja: “ponho diante de ti uma
porta aberta, que ninguém pode fechar” (Ap 3.8); a porta do coração,
em que Cristo diz ao coração do homem: “Eis que estou à porta e
bato” (Ap 3.20); e a porta do céu, em que Cristo abre o céu ao homem:
“Olhei, e eis uma porta aberta no céu” (Ap 4.1). Essa porta está aberta
e podemos entrar por ela através da fé em Jesus.


Saulo César da Silva

Descobrir as origens da Igreja Cristã Evangélica do Brasil (ICEB) é como descobrir a fonte de um rio. Em geral, muitas fontes contribuem na formação de um rio, cada uma fornecendo a sua quota de água. O mesmo se deu com o início da ICEB.

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