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UMA PEQUENA SEMENTE EM TERRENO FÉRTIL

Na parábola do semeador, contada por Jesus (Mt 13, Mc 4 e Lc 8), vemos a importância de uma semente de qualidade encontrar terreno bom e fértil, preparado para recebê-la, a fim de poder germinar e dar muitos frutos. Assim é o que acontece em nosso coração ao receber a Palavra do Senhor, a semente. Ele precisa ser um terreno fértil para deixar que ela produza frutos espirituais ali.

 

Da mesma forma, Deus trabalha em nossas vidas e ministérios. Ele coloca sonhos e projetos que muitas vezes nos parecem tão distantes, no momento, mas que, regados por oração e dedicação, podem vir a alcançar resultados surpreendentes.

 

No final da década de 80, Deus usou a vida de várias mulheres, sob o comando da irmã Nazarita Ferreira de Manrique, para dar início a um projeto, aos olhos de muitos, grandioso demais – a criação de uma revista feminina de nossa própria Denominação.

 

Esse sonho antigo, ansiado por tantas irmãs, enfim, começou a tomar forma, pois caiu em solo fértil: os corações tementes, submissos e encorajados pelo próprio Dono da obra de tantas mulheres de Deus. Assim nasceu a Revista Diadema Real.

 

Veja, de forma resumida, como isso aconteceu…

 

Na primeira reunião da liderança nacional de Mulheres em Ação (chamada naquela época de CONUAF – Confederação Nacional de Uniões Auxiliadoras Femininas), do biênio de 1987/1988, foi apresentada a ideia da criação de uma revista feminina da ICEB.

 

Essa ideia foi levada às líderes regionais, que muito apreciaram a proposta. Dessa forma, no Congresso Nacional, realizado em Anápolis, em fevereiro de 1989, foi criado o Departamento de Imprensa e Publicações, com o objetivo de elaborar a referida revista, “cujos objetivos eram: integrar o trabalho feminino em todas as regiões eclesiásticas da ICEB, fornecendo informações gerais sobre a vida da mulher cristã evangélica em todos os seus aspectos, e promover o crescimento cultural e espiritual da família.” (texto histórico incluso na edição Nº 1 de Diadema Real).

 

O currículo da revista foi definido e vários nomes foram sugeridos para a revista. Colocados em votação na reunião de liderança realizada em 16 de junho de 1989, foi eleito o nome “Diadema Real”, a partir de uma sugestão de Lindomar Ferreira de M. Carvalho, que se tornou a primeira redatora da revista, ao lado de Abigail Rodrigues Linhares Rezende, na função de diretora/editora.

 

O lançamento, previsto para julho, foi adiado e, assim, a primeira edição de Diadema Real só foi publicada em outubro de 1989.

 

Desde então, a revista tem contado com o trabalho voluntário, dedicado e extenuante de várias irmãs e irmãos. Muitas equipes de liderança nacional têm se dedicado para a continuidade desse ministério, e, em especial, suas líderes: Nazarita Ferreira de Manrique, Denise Elaine Gonçalves Pires, Ireny Araújo, Isafran Lobão, Maria Augusta Queiros, Leonor Martins, Lílian Silveira e, atualmente, Sílvia Maria Soares.

 

Não podemos deixar de mencionar o serviço de muitas outras irmãs, ao longo dos anos, como redatoras, escritoras, tesoureiras, revisoras, responsáveis pelo controle de assinaturas, empacotadoras, agentes locais e regionais etc.

 

No dia 16 de junho de 2024, Diadema Real completa 35 anos e podemos dizer, com segurança, que “...Até aqui nos ajudou o Senhor.” (I Sm 5:12), pois, pela Sua graça, caminhamos para a publicação da 110ª edição.

 

Convidamos todos os irmãos a louvarem ao Senhor conosco por tantas bênçãos através desse importante meio de comunicação e disseminação da Palavra e por todos que colaboraram e ainda dão sua contribuição a esse ministério.

 

Desejamos que cada irmão e irmã apresente terreno fértil para ser abençoado pelos textos publicados em nossa revista, e que possa nos abençoar, tornando-se assinante e divulgador desse trabalho.


Ao Senhor, toda a glória!

 

 

Débora Duarte da Silva Bastos

Editora responsável por Diadema Real

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